haveaword~

Maio 2, 2008

Rio de Janeiro, parte II

Abril 02, 2008

A primeira aventura do dia começou com uma ida ao hospital para visitar a minha bisavó. Foi muito engraçado constatar tudo o que já haviam nos contado por telefone. De fato, deve ser estressante para quem atura todo dia, mas é nessas horas que eu fico muito feliz por ser só visita.

Ela xingava todo mundo, de médicos a família, contava infinitas histórias, não deixava ninguém tocar nela a não ser a minha mãe, porque ela era “a melhor médica do mundo”.

Depois de muito tempo rindo, saímos para almoçar num shopping próximo ao hospital, porque depois iríamos voltar. Após o almoço, enquanto minha mãe resolvia alguma coisa de uma procuração no cartório, eu fiquei escrevendo, enquanto assistia às tentativas frustradas da fisioterapeuta de fazer exercícios com a minha bisavó, em meio à inúmeros gritos de: “Socorro! Ela tá me matando!”.

Quando eu fui resgatada tirada de lá, fomos para a Barra pegar o Pedro (meu melhor amigo que eu não via a mais de um ano). Demoramos uma eternidade na Av. das Américas, mas conseguimos chegar. Fomos em casa nos arrumar para sair com uns amigos e a família, claro.

Nos encontramos em um bar (o dia sempre acaba em um bar), e ficamos relembrando momentos e discutindo as notícias da hora. Foi nessa ocasião que foi descoberto que eu nasci velha, durante o melhor assunto possível: amor e relacionamento.

Todos estavam dizendo o quanto queriam voltar para a minha idade, onde eles se apaixonavam muito fácil e a todo minuto. Eu perguntei qual era essa adolescência que eu não conhecia e nem muito menos tinha vivido.

Ao sair de lá fomos deixar o Pedro de volta na Barra, com mil e uma promessas de visita ainda esse ano.

Mas quem disse que acabou?

Ainda fomos ao Hard Rock Café para a noite do flashback. Tocou as músicas mais significativas do mundo como: “Dancin’ Queen”, “I Will Survive”, Guns n’ Roses, etc. Foi super divertido, mas eu senti muita falta dos meninos todos e, principalmente, do meu dance partner (Gill) e do meu travelling partner (Igor). Todos muito bêbados, falando montes de besteira e me fazendo rir, lógico. Essa é a parte boa de não beber e ficar assistindo a decadência dos outros. Cheguei em casa 4h da manhã.

[hard rock cafe]

Pronto, acabou.

Amanhã é o último dia de viagem.

Abril 28, 2008

Viagem relâmpago

Arquivado em: Acontecimentos importantes, Diário — haveaword @ 11:19 am
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Balanço do fim de semana

Amigos na sua casa até de madrugada na sexta-feira. Muitas fofocas e conversas pendentes. Aula de química, seguida de inglês, como sempre engraçado, mas com um agravante:

Domingo era aniversário da Camila, então resolvemos comprar (uma fatia de) bolo, colocar uma vela, invadir a sala do ADV3 e cantar parabéns. Até aí foi tudo muito bem. O problema foi quando invadimos a sala. Cantando parabéns que nem lesos e… cadê ela? Não tinha ido para a aula! A minha sorte é que eu só vou assistir mais uma aula aqui em Manaus e, além disso, somos formandos.

A tarde fui ter uma overdose de salão de beleza para a festa da Silvia.

A festa foi muito boa, mas, como sempre tem que ter alguma coisinha, não vamos quebrar a tradição. Ela foi acabada duas horas da manhã pela mãe da Sarah. Parecia filme, mas eu não vou detalhar para não dar confusão para o meu lado.

What I can say is: no parties at her house for a long time.

E domingo. Nada, como sempre. A não ser amigos em casa.

Mas, eu achava que ontem iria dormir como uma criança.

Uma hora da manhã. Toca o telefone de casa.

A cobrar.

- Alô?

- Esther, você tem aula amanha de manhã?

- Tenho. Por quê?

- Esquece. Eu tava chegando na tua casa, mas esquece.

- Vem logo, Amanda.

- Tá bom, então.

Resultados:

1. Fui dormir quatro e alguma coisa da manhã, depois de várias mágoas choradas, vários “conselhos” e lembranças;

2. Acordei seis horas para fazer exame de sangue;

3. Não fui para a aula;

4. Vim para casa arrumar as minhas coisas dormir;

5. Ainda nem achei as minhas malas.

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Não tenho idéia de como vai ficar isso aqui enquanto eu estiver fora. Mas eu vou ficar escrevendo e, mesmo que seja fora da data, eu vou postar o que ocorreu.

Amanhã tem a entrevista lá com as freiras (once more). Vou ouvir um sermão sem tamanho, então rezem (sacou?) por mim.

E quem fez pedidos, aguarde os mesmos.

Hora de sair daqui, porque as minhas malas não vão se arrumar sozinhas (minha mãe vai arrumar). E eu ainda tenho um resumo sobre biocombustível para fazer.

Boa viagem.

ouvindo: sounds of silence – simon & garfunkel

Abril 18, 2008

‘Not’ jokes

Arquivado em: Diário — haveaword @ 3:54 pm
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Ainda não tirei os pontos. Acordei mais cedo para nada. Passei a aula inteira sem concentração e não consegui resolver quase nenhum exercício. Tudo isso porque me deram falsas esperanças.

Isso pode significar várias coisas desastrosas, tais como:

1. O fim de semana todo de molho em casa. Vale lembrar que segunda-feira é feriado;

2. Por causa do item 1, refazer todos os planos. E os novos não vão incluir nem aniversário, nem show, nem passeio de lancha (as i was hoping);

3. Overdose de seriados. O que não vai ser bom, já que só serão episódios repetidos;

4. Uma péssima pseudo-última semana em Manaus¹;

5. Uma semana sem fazer as unhas.

Alguém, com um sério problema de humor negro, me garantiu que eu vou tirar os pontos amanhã à tarde. Juntamente com o meu exame de sangue.

Veremos.

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¹ No momento adequado, o motivo pelo qual eu usei o termo ‘pseudo’ ficará explicado para quem ainda não sabe.

Nota: Tudo isso foi escrito enquanto eu esperava a resolução de uma questão de física mirabolante e impossível.

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Eu não gosto de deixar o post sem foto. Fica meio sem vida.

Isso é Manaus, embora não pareça.

ouvindo: sam’s town – the killers

Abril 13, 2008

Weekend

Stitches

Não é nada legal você estar no meio de uma festa, fazendo graça (as usual) e do nada aparece uma garrafa quebrada, com o único intuito de abrir um corte imenso no seu pé.

Após corridas desesperadas dos seus amigos aos banheiros, na esperança de achar papel para estancar o sangramento (successfully), você chega em casa e faz um curativo, torcendo para que tudo fique bem.

Doce ilusão.

O sangue não parou totalmente e então você acaba sendo conduzida a um hospital e, ao sair, leva consigo, de graça, três pontos.

Bem melhor é lembrar que tudo foi causado por um gesto (in)conseqüente e rebelde de um amigo e, além disso, ser “confortada” diante da expectativa de ter uma marca para lembrar do Rodrigo para sempre.

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Bow Street Runner

Desde muito pequena eu sou fissurada por jogos de investigação (não é a toa que meu seriado favorito é CSI), mas nunca havia jogado um tão bom quanto o Bow Street Runner.

São 5 episódios, ambientados em Londres e baseados na criação da força policial londrina. Possui excelentes gráficos e as histórias possuem conexão entre si.

Um pouquinho de história para os desinformados:

The Bow Street Runners have been called London’s first professional police force. They were founded in 1749 by the author Henry Fielding. The “headquarters” was located in Bow Street, Covent Garden (West Minster).

Só estou relatando isso para contar a saga da última madrugada.

Alguns amigos meus vieram à minha casa com a intenção de assistir a um filme ou pelo menos fazer nada juntos. Até que alguém teve a brilhante idéia de contar histórias de terror, com a luz desligada e uma lanterna no rosto (back to the childhood). Mas a criatividade foi acabando e eu passei a fazer jogos de investigação.

No final das contas, todo mundo saiu daqui por volta das 4 horas da manhã, com exceção do Gill, que nos trocou pelo msn saiu antes.

Foi bem interessante.

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Acabei de assistir “1408”. Embora meio confuso, eu gostei. Só me deixou mais curiosa para ler o conto, do Stephen King, no qual o filme foi baseado.

Comecei a ler “A Menina que Roubava Livros”. So far, so good.

E agora, “Grey’s Anatomy” me aguarda.

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