haveaword~

Maio 3, 2008

Rio de Janeiro, parte III

Abril 03, 2008

Adivinhem que horas eu acordei? – “Chuta que eu te dou um doce” (internas).

1h da tarde, por um celular irritante. Só depois de um tempo eu descobri que todo mundo já estava acordado há tempos e já tinham até aturado a fúria da Dona Mônica (minha bisavó). Enquanto isso eu estava linda e maravilhosa no meu sono pós-balada.

Fui almoçar 4h com a minha mãe, a Bel e o Hugo. Altas risadas, como sempre e dois filés com fritas. Depois disso, fomos fazer umas comprinhas, porque ninguém é de ferro. Mas nem foram tantas compras assim.

A intenção era terminar o dia no teatro, assistindo a peça “A Ordem do Mundo” com a Drica Moraes. Perdemos os ingressos.

Mudamos de planos. Agora a intençao era terminar o dia no cinema, assistindo “Um Beijo Roubado” com a Norah Jones. Perdemos os ingressos.

Adivinhem (de novo) onde terminou a noite?

Na Cobal do Leblon – um bar -, com uma lata de Iced Tea na mão, escutando Ana Carolina e Caetano Veloso (tortura musical) e discutindo sobre os gostos musicais de cada um.

[bar]

E assim termina a saga pelo sudeste.

Até a volta, folks.

Maio 2, 2008

Rio de Janeiro, parte II

Abril 02, 2008

A primeira aventura do dia começou com uma ida ao hospital para visitar a minha bisavó. Foi muito engraçado constatar tudo o que já haviam nos contado por telefone. De fato, deve ser estressante para quem atura todo dia, mas é nessas horas que eu fico muito feliz por ser só visita.

Ela xingava todo mundo, de médicos a família, contava infinitas histórias, não deixava ninguém tocar nela a não ser a minha mãe, porque ela era “a melhor médica do mundo”.

Depois de muito tempo rindo, saímos para almoçar num shopping próximo ao hospital, porque depois iríamos voltar. Após o almoço, enquanto minha mãe resolvia alguma coisa de uma procuração no cartório, eu fiquei escrevendo, enquanto assistia às tentativas frustradas da fisioterapeuta de fazer exercícios com a minha bisavó, em meio à inúmeros gritos de: “Socorro! Ela tá me matando!”.

Quando eu fui resgatada tirada de lá, fomos para a Barra pegar o Pedro (meu melhor amigo que eu não via a mais de um ano). Demoramos uma eternidade na Av. das Américas, mas conseguimos chegar. Fomos em casa nos arrumar para sair com uns amigos e a família, claro.

Nos encontramos em um bar (o dia sempre acaba em um bar), e ficamos relembrando momentos e discutindo as notícias da hora. Foi nessa ocasião que foi descoberto que eu nasci velha, durante o melhor assunto possível: amor e relacionamento.

Todos estavam dizendo o quanto queriam voltar para a minha idade, onde eles se apaixonavam muito fácil e a todo minuto. Eu perguntei qual era essa adolescência que eu não conhecia e nem muito menos tinha vivido.

Ao sair de lá fomos deixar o Pedro de volta na Barra, com mil e uma promessas de visita ainda esse ano.

Mas quem disse que acabou?

Ainda fomos ao Hard Rock Café para a noite do flashback. Tocou as músicas mais significativas do mundo como: “Dancin’ Queen”, “I Will Survive”, Guns n’ Roses, etc. Foi super divertido, mas eu senti muita falta dos meninos todos e, principalmente, do meu dance partner (Gill) e do meu travelling partner (Igor). Todos muito bêbados, falando montes de besteira e me fazendo rir, lógico. Essa é a parte boa de não beber e ficar assistindo a decadência dos outros. Cheguei em casa 4h da manhã.

[hard rock cafe]

Pronto, acabou.

Amanhã é o último dia de viagem.

Rio de Janeiro, parte I

preguiça de digitar essa parte.

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